quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010



Cursos Online é Cursos 24 Horas





Pós-graduaçao da UVA

Educação ambiental e desenvolvimento sustentável

Desenvolve o sentido de solidariedade e cidadania, com respeito à diversidade social e educacional; fornece suporte teórico para funções técnicas docentes e execução de análises ambientais; informa e discute a legislação brasileira e os acordos e propostas internacionais. Analisa ecossistemas particulares, inclusive do RN, e as iniciativas de desenvolvimento sustentável.

MENSALIDADE:
R$ 174,00 (Interior do RN, com exceção da Grande Natal)

R$ 194,00 (Natal, Parnamirim, São Gonçalo e Macaíba)
AULAS: Natal: Sábados.

Interior do RN: Sábados.
PERÍODO: 18 meses presenciais e 3 meses para o Trabalho Final.

dia 22 de Dezembro no Villa Manjare

Amigo Secreto da turma 2008.1!
Estaremos todos lá as 19h

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Dica de leitura








Como ensinar geografia para alunos cercados de estímulos virtuais que subvertem as relações professor/aluno? Nove dos mais destacados geógrafos brasileiros aceitam o desafio e discutem como ensinar a geografia na sala de aula, abordando temas tão variados como cartografia, cidadania, cinema, televisão, metrópole, educação e compromissos sociais. Obra que vale por um curso de capacitação.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Cinema, Geografia e Sala de aula





Encontrei um trabalho na net que envolve 3 assuntos pelos quais tenho paixão: Cinema, Geografia e Sala de aula. O autor é Rui Ribeiro Campos, Mestre em Educação, Doutor em Geografia e professor de Epistemologia da Geografia e Geografia Política na Faculdade de Geografia da PUC-Campinas.
Vou citar alguns de filmes indicados, são ótimas sugestões e quem quiser ter acesso ao trabalho, que classifica os filmes conforme os temas geográficos e é muito interessante é só ir AQUI.
Deleitem se, comentem e também dêem suas sugestões:
Dersu Uzala (Dersu Uzala; 1975; URSS/Japão, direção: Akira Kurosawa) – A relação do homem com a natureza. No fim do século XIX, um cartógrafo russo recebe a incumbência de realizar um mapeamento de áreas da Sibéria; ali conhece um caçador mongol e se tornam amigos.
Chuva Negra (Black Rain, 1989; EUA, direção: Ridley Scott) – Sobre o Japão e a poluição ambiental. A viagem de um policial que vai a Osaka entregar um condenado. Foi considerado como uma resposta dos EUA à invasão de produtos japoneses.
Os lobos nunca choram (Never Cry Wolf; 1983, EUA, direção: Carrol Ballard) – Naturalista canadense vai ao Ártico para estudar a vida de um tipo de lobo. Baseado em fatos reais de Farley Mowat.
Volcano, a Fúria (Volcano, 1997, EUA, direção: Mick Jackson) – Um estranho fenômeno faz com que um vulcão antes inativo entre em erupção em Los Angeles. Interessante para, inclusive, mostrar o que não é possível de ocorrer.
O dia depois de amanhã (The day after tomorrow; 2004, EUA, direção: Roland Emmerich) – Atitudes que provocaram, por exemplo, o aquecimento global e outras modificações ambientais, geram uma onda de catástrofes que irá modificar a vida na Terra. Útil também para analisar algumas impossibilidades colocadas no filme.
Passagem para a Índia (Passage to Índia; 1984, Inglaterra, direção: David Lean) – A colonização inglesa na Índia, retratada através de uma jovem que sofreu um estupro e o principal suspeito, um amigo indiano.
Gandhi (Gandhi; 1982, Inglaterra, direção: Richard Attenborough) – Sobre a vida de Gandhi e a colonização inglesa na Índia, até a independência da mesma.
Entre dois amores (Out of África; 1985, EUA, direção: Sydney Pollack) – Sobre a colonização inglesa na África, com base em livros autobiográficos de Karen Blixen.Recordações de sua juventude passada em fazenda africana.
O Encouraçado Potemkin (Bronenosets Potymkin, 1925, Rússia; direção: Sergei Eisenstein) – Relata o levante de marinheiros quando lhes foi servida carne podre e que acabou por originar a Revolução Russa de 1917.
Doutor Jivago (Doctor Zhivago; 1965, EUA, direção: David Lean) – Durante a revolução e a guerra civil na Rússia Bolchevique, um médico e poeta burguês procura manter seus ideais liberais e se apaixonou pela esposa de um líder político e militar bolchevique.
Tempos Modernos (Modern Times; 1936, EUA, direção: Charles Chaplin) – Durante a Depressão de 30, Carlitos trabalha em uma grande indústria e se torna líder de uma greve por acaso. Mostra as conseqüências da modernização, a condição desumana do trabalhador, a extração da mais-valia. Uma crítica à industrialização selvagem e ao descaso com os operários.
Tucker – um homem e seu sonho (Tucker – the man and his dream; EUA, 1988, direção:Francis Ford Coppola) – Crítica ao capitalismo monopolista, dominado por cartéis que inviabilizam a concorrência. Baseado na história real do inventor Preston Tucker que, em 1948, construiu um carro, provocando a ira das “três grandes” (GM, Ford e Chrysler).Importante para discutir capitalismo monopolista, cartelização, livre concorrência etc.
Cidadão Kane (Citizen Kane; 1941, EUA, direção: Orson Welles) – Clássico do cinema inspirado na vida de William Randolph Hearst, um magnata da imprensa. Visão a respeito do poder de manipulação da opinião pública.
O grande ditador (The Great Dictator; 1940, EUA, direção: Charles Chaplin) – Paródia sobre Hitler e o nazismo ou uma sátira sobre as ditaduras nazi- fascistas. Conta a história de um pobre barbeiro que é confundido com o ditador Adenoid Hynkel, da Tomânia. Foi o primeiro filme totalmente falado de Chaplin.
1984, de Orwell (1984; 1984, Inglaterra, direção: Michael Radford) – A respeito do totalitarismo. Em um país totalitário, no qual o Estado controla todos os gestos das pessoas, um simples funcionário se apaixona, tenta enfrentar a repressão mas é esmagado pelo sistema.
Brazil, o filme (Brazil; 1985, Inglaterra, direção: Terry Gilliam) – Também sobre a visão totalitária do futuro.Um funcionário público tenta realizar seus sonhos. Um humor irônico e crítico.
O Expresso da Meia-Noite (Midnight Express; 1978, EUA, direção: Alan Parker) – Sobre a ditadura e o sistema prisional na Turquia. Um jovem estadunidense é pego com haxixe em Istambul ao tentar voltar para os EUA. Violência, tortura e interrogatórios cruéis.
Rede de Intrigas (Network, 1976, EUA, direção: Sidney Lumet) – Uma sarcástica crônica aos bastidores da TV. Um veterano comentarista, prestes a ser despedido, resolve adotar posturas mais radicais.
Norma Rae (Norma Rae; 1979, EUA, direção: Martin Ritt) – Sobre as dificuldades do mundo sindical nos EUA. Narra a trajetória de uma operária têxtil no sul do país que se torna líder dos trabalhadores.
Um grito de liberdade (Cry Freedom; 1987, Inglaterra, direção: Richard Attenborouh) – Retrato da política do apartheid na África do Sul. Baseado nos livros Biko e Asking, do jornalista Donald Woods. Mostra a situação dos negros, a amizade e o assassinato de Steve Biko, um líder sul-africano.
Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia; 1962, Inglaterra, direção: David Lean) – História da atuação de um inglês (T. E. Lawrence) que se encantou com o mundo árabe e passou a comandar tropas árabes, em sua luta contra o império turco durante a Iª Guerra Mundial.
Golda (Woman Called Golda, 1982, EUA, direção: Alan Gibson) – Uma espécie de biografia da mulher que foi primeira-ministra de Israel. Filme feito para a TV, o últimotrabalho de Ingrid Bergman.
A garota do tambor (Little Drummer Girl, 1984, EUA, direção: George Roy Hill) – O filme relata conflitos entre judeus e palestinos a partir dos anos 1950. Na trama, uma atriz é convocada pelo serviço secreto israelense para ajudar na captura de uma pessoa considerada terrorista.
Filhos do ódio (Children of a Rage, 1977, Israel, direção: Arthur Allan Seidelman) – A respeito da convivência entre israelenses e palestinos. Após a morte do irmão em luta contra as tropas israelenses, um jovem palestino se engaja na luta armada em busca de vingança.
Prece para um Condenado (A Prayer for the Dying; 1987, Inglaterra, direção: Mike Rodges) – Um ativista do IRA comete um erro fatal durante um atentado, foge para a Inglaterra e é perseguido por ex-companheiros, polícia e Máfia local.
Em nome do pai (In the Name of the Father; 1993, Irlanda/Inglaterra/EUA, direção: Jim Sheridan) – Um jovem irlandês é preso na companhia de três amigos e condenado por um atentado feito pelo IRA. Refere-se ao caso verídico conhecido como os Quatro de Guilford.Uma denúncia dos abusos cometidos pelo governo britânico.
Missing – O Desaparecido (Missing; 1982, EUA, direção: Costa-Gavras) – Mostra a luta de um estadunidense em busca de seu filho desaparecido por ocasião da instalação, em 1973, da ditadura no Chile, através de um golpe militar. Foi baseado em fatos reais.
Gaijin – Os caminhos da liberdade (1980, Brasil, direção: Tizuka Yamazaki) – Sobre a vinda de imigrantes japoneses para o trabalho nas fazendas de café no interior do estado de São Paulo. Por meio de uma história de amor (entre uma imigrante japonesa e um imigrante italiano), aborda a condição de vida destes colonos e a relação dos colonos japoneses com italianos e nordestinos.
Vidas Secas (1963, Brasil, direção: Nelson Pereira dos Santos) – (do romance de Graciliano Ramos) Narra a história de uma família de retirantes nordestinos que foge da Seca. Bastante fiel ao livro, mostra a caminhada sempre em busca de um local para ficar. Existe o período de tempo bom – no qual a família permanece em uma fazenda – até a estiagem, a ausência de inverno, quando ela se põe a caminho novamente.
O homem que virou suco (1980, Brasil, direção: João Batista de Andrade) – Trata sobre migração e marginalidade urbana no Brasil no período. Um cantor de cordel é confundido pela polícia com um operário que esfaqueou o patrão.
Guerra de Canudos (1997, Brasil, direção: Sérgio Resende) – Com inspiração em Os Sertões, de Euclides da Cunha, relembra de modo ficcional as batalhas que ocorreram no final do século XIX em Canudos, no sertão baiano.
Lamarca (1994, Brasil, direção: Sérgio Resende) – Sobre o militar e guerrilheiro Carlos Lamarca (1937-71) que, em 1969, entrou para a Vanguarda Popular Revolucionária, abandonou um quartel em São Paulo e instalou um foco guerrilheiro no Vale do Ribeira
Amazônia em Chamas (The Burning Season; 1994, EUA, direção: John Frankenheimer) – Uma visão de Hollywood sobre fatos que marcaram a vida de Chico Mendes (1944-88), o famoso sindicalista e ambientalista de Xapuri (AC).
Narradores de Javé . (2003, Brasil, direção: Eliana Caffé e Luis Alberto Abreu) – Uma pequena cidade, no interior da Bahia, deve ser inundada para formação de uma represa. As obras não serão realizadas caso a cidade possua algum patrimônio cultural importante. Os moradores deverão, desta forma, recuperar a memória do lugar.
A missão (The Mission; 1982, Inglaterra, direção: Roland Joffé) – A respeito da colonização dos jesuítas no sul da América do Sul. Um missionário espanhol vem com a finalidade de construir uma missão e procura defender a região das constantes agressões. Retrata a guerra de portugueses e espanhóis contra jesuítas que catequizavam índios dos Sete Povos da Missão, no século XVIII.
Chove sobre Santiago (Pleut sur Santiago; 1975, França/Bulgária, direção: Helvio Soto) – Também sobre o golpe no Chile em 11 de setembro de 1973, quando um golpe militar derrubou Salvador Allende. O diretor é um exilado chileno que rodou o filme na Bulgária e a trilha sonora de Astor Piazzola.
A História Oficial (La Historia Oficial; 1985, Argentina, direção: Luis Puenzo) – A respeito de governos militares argentinos e os desaparecidos em razão da repressão. Em 1983, um casal vive tranqüilo em Buenos Aires com a filha adotiva, até a chegada de uma amiga exilada. Através da adoção de uma criança, mostra os horrores do regime militar. Denúncia sobre os desaparecimentos ocorridos durante a ditadura militar Argentina.
Mississipi em chamas (Mississipi Burning; 1968, EUA, direção: Alan Parker) – Também sobre o racismo no sul dos Estados Unidos, em Kenosha, pequena cidade de Mississipi. Dois agentes do FBI investigam o assassinato de três jovens ligados ao movimento de defesa dos direitos civis. Baseado em fatos reais.
Todos os homens do presidente (All the President’s Men; 1976, EUA, direção: Alan J. Pakula) – A respeito do Escândalo de Watergate, durante o período Nixon. Dois jornalistas(Carl Bernstein e Bob Woodward) do Washington Post investigam a invasão da sede do Partido Democrata durante a campanha presidencial de 1972.
Fahrenheit 11 de setembro (Fahrenheit 9/11; 2004, EUA, direção: Michael Moore) – Documentário sobre como os EUA se tornaram alvo de ataques terroristas a partir dos atentados de 11 de setembro de 2001.
A insustentável leveza do ser (The Unbearable Lightness of Being; 1988, EUA, direção: Philip Kaufman) – Tema pouco tratado; este filme possui uma ambientação em plena Primavera de Praga, em 1968. Com base no livro de Milan Kundera, tem como eixo a história de um jovem cirurgião que mantém um romance com uma artista plástica.
O Nome da Rosa (The Name of the Rose; 1986, Itália/Alemanha/França, direção: Jean-Jacques Annaud) – Durante a Itália Medieval, um monge é chamado para solucionar um crime que abala uma abadia.Com base no livro homônimo de Umberto Eco, possui uma boa reconstituição da época.
Por quem os sinos dobram (For Whom the Bell Tolls; 1943, EUA, direção: Sam Wood) –Sobre a Guerra Civil Espanhola (1936-39). Um professor estadunidense, membro das Brigadas Internacionais, se apaixona por uma camponesa. Adaptação de livro homônimo de Ernest Hemingway.
Shogun (Shogun; 1980, EUA, direção: Jerry London) – No século XVII, um aventureiro holandês se torna samurai e ajuda o senhor feudal (daymio) em sua luta para receber o título de xogum (chefe militar). Ajuda na caracterização do feudalismo japonês.
O último imperador (The Last Emperor. 1987, EUA/Itália/Inglaterra, direção: Bernardo Bertolucci) – História de Pu Yi (o último imperador da China e declarado aos três anos, em 1908) que cresceu confinado na Cidade Proibida (em Pequim) e foi um monarca fantoche durante a IIª Guerra.
Metrópolis (Metropolis; 1926, Alemanha, direção: Fritz Lang) – Relata a massificação por que passam os funcionários de uma fábrica. Passa-se no século XXI, os trabalhadores vivem em subterrâneos, veneram como santa uma jovem chamada Maria; um clone da mesma os incita contra os patrões.
2001, uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey; 1968, Inglaterra, direção: Stanley Kubrick) – A relação homem-máquina chegando ao ponto limite. Durante uma viagem a Júpiter – cujo objetivo era investigar um misterioso monólito –, um computador (HAL 9000) tenta assumir o controle e começa a eliminar a tripulação.
Blade Runner, o caçador de andróides (Blade Runner; 1982, EUA, direção: Ridley Scott) – Em uma Los Angeles do século XXI, superpovoada e cinzenta, um ex-policial é encarregado de destruir “replicantes”. Importante sobre a perspectiva de futuro da humanidade.
O dia seguinte (The day after, EUA, 1983, direção: Nicholas Meyer) – Mostra asconseqüências de uma guerra nuclear. Evidencia o perigo que pairou durante a Guerra Fria, devido à corrida armamentista.
Apocalipse Now(Apocalipse now; 1979; EUA, direção de Francis F. Coppola) – Baseado em um romance cujo enredo se passava no Congo Belga, mas adaptado às circunstâncias do Vietnã. Um coronel enlouquecido desaparece na Indochina e é procurado por um agente especial com a missão de matá-lo. Mostrou a imbecilidade e os horrores da guerra. Antológica a cena em que uma esquadrilha de helicópteros ataca uma aldeia ao som da Cavalgada das Valquírias (de Wagner).
Platoon (Platoon; 1986, EUA, direção: Oliver Stone) – Uma visão condensada da guerra (1968/69), com base na atuação do próprio diretor, que se engajou como voluntário e, pelo filme, se arrependeu. Mostrou, dentro da guerra, através de cartas que escrevia, as contradições de sua própria sociedade.
Bom dia, Vietnã (Good morning, Vietnam; 1987; EUA, direção Barry Levinson) – Em 1965, no início da intervenção militar, soldado (Robin Williams) trabalhava como discjóquei em uma rádio do exército em Saigon. Irreverente, anti- militarista, denunciava a propaganda de guerra, as mentiras dos comunicados militares e mudava a programação musical oficial. Baseado na vida do soldado Adrian Cronauer.
Entre o céu e a terra (Haven and Earth; 1993, EUA, direção: Oliver Stone) – Último filme de uma trilogia sobre o Vietnã (Platoon; Nascido a 4 de julho), foi um dos primeiros a tratar a guerra do ponto de vista de uma vietnamita (Phung Thi Lely). Uma camponesa torturada durante a guerra, se casa com um soldado estadunidense e, nos EUA, conhece também o preconceito e o ódio.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Desafios e perspectivas do ensino de geografia no Brasil

Mini curso
Dias 16 e 17 de Dezembro no CDF ( cidade)
Professora Ms. Rachel Ribeiro Resende dos Santos Melo
valor R$15,00
carga horária 40h/a
aguardo vcs lá!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Educaçao ambiental




Amazônia


Amazônia , o teu verde
Guarda em teu seio riquezas mil
Que despertam a cobiça de gente gananciosa...mercenária...vil!
Seus algozes te ferem a alma ... tiram de ti todo o bem que podem arrancar...
Madeireiros ... fazendeiros e até estrangeiros sonhando de ti se apoderar!
Assassinam os povos nativos ou os expulsam do lugar.
Derrubam matas, poluem rios... ferem de morte ao coração do Brasil.
Falando em estrangeiros , cuidado com eles temos que tomar
Pois são lobos em pele de cordeiro
Para a gente brasileira não desconfiar...
Travestem-se de defensores da natureza
Mas o que querem mesmo é à nossa fauna e à nossa flora roubar!
Intrusos disfarçados de catalogadores de borboletas
Como se brasileiro fosse povo demente
E tarefa singela como essa não conseguisse desempenhar!
Se não ficarmos atentos
De nossa Amazônia vão se apoderar
Como já o fazem em alguns lugares da nossa mata
Onde brasileiro sem autorização estrangeira não pode entrar.
Acorda , Brasil!
Querem com o nosso verde acabar!!
O cinza da devastação às nossas matas substituirá !
Da onça pintada , macaco prego, cupuaçu, camu camu nunca mais se ouvirá falar...
Com o vermelho do sangue dos nossos patrícios mãos assassinas irão se pintar!
Aos nossos netos,toda essa tragédia, como vamos explicar?
Mas a Amazônia ainda é nossa ...dá tempo salvar!
Do mapa do Brasil não podemos vê-la se apagar!
E como o fez Chico Mendes
Em defesa da Amazônia brasileira, vamos lutar!
                                                                                              

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ensinando a ler mapas e paisagens

A cartografia deve estar sempre presente nos planos de aula porque é uma ferramenta útil para o aluno compreender a realidade.

  1. A Geografia é importante porque insere os alunos no espaço em que vivem, provocando a interação com o meio ensina a ler paisagens para conhecer parte das realidades física, social, econômica e humana de um local 

  2. ajuda a conhecer as mudanças provocadas pelo homem no meio ambiente e permite compreender o processo de globalização e as conseqüências para as relações sociais, políticas e humanas


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Aquifero Alter do Chao








É uma formação geológica na região conhecida como “Caribe brasileiro”, no Pará, que está sendo chamada, provisoriamente, de Aquífero Alter do Chão, mesmo nome de uma das prainhas de água doce da região.

“O aquifero de Alter do Chão pode ser bem menor em termos de área, porém, possui uma espessura maior e uma capacidade de produção de água ainda mais intensa”, disse o geólogo Milton Matta.



ALTER DO CHÃO
Está numa área de 437.500 km2 e tem espessura estimada de 545 metros. Sua qualidade de água é melhor e, segundo pesquisadores, pode produzir uma capacidade de água quase duas vezes maior que a do aquífero Guarani.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Depois de períodos monografando...finalmente nossos meninos colaram grau...parabens turminha querida!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Acari

É considerada a cidade mais limpa do Brasil e abriga um importante acervo religioso do século XVIII. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário e o Museu Histórico de Acari, por exemplo, foram tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1964. Esta cidade ainda oferece belas paisagens e uma natureza privilegiada. A Serra do Bico da Arara abriga em suas grutas, de março a setembro de cada ano, milhares de andorinhões, aves migratórias cuja origem ainda é desconhecida. O Açude Gargalheiras, com 40 milhões de metros cúbicos d’água, entre rochas e serras, é um espetáculo de rara beleza rústica.

Outros pontos turísticos, como as serras do Pai Pedro e da Lagoa Seca, também fazem parte do roteiro, assim como as formações rochosas naturais que brincam com a imaginação do visitante, como as pedras da Santa, do Avião e do Sapateiro. No Poço do Arthur, são encontradas inscrições rupestres datadas de dez mil anos. Cercada de montanhas e rochedos, Acari é uma das cidades mais antigas do Seridó. Em 1835, desmembrou-se de Caicó e passou a município. Tem 11.182 habitantes. Antiga aldeia dos índios cariris, seu nome tem origem em um tipo de peixe com escamas ásperas e deliciosa carne branca, comum no rio Acauã, que banha parte da região.

Atenção para a nossa próxima parada!!!!!

Vamos todos para Acari!!!!!!!!!!

segunda-feira, 20 de abril de 2009


Preparando as turbinas para o próximo Simpósio!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Metropolização e Problemas Sociais Urbanos

A intensa urbanização que vem ocorrendo no Brasil, especialmente a partir de 1950, tem sido acompanhada por um processo de metropolização, isto é, concentração demográfica nas principais áreas metropolitanas do país. Isso significa que as grandes cidades, as metrópoles, crescem a um ritmo superior ao das pequenas e médias cidades. Assim, quando somamos a população das nove principais cidades do país - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba e Belém. Juntamente com as cidades que pertencem às suas respectivas áreas metropolitanas, verificamos que, em 1950, elas reuniam por volta d e18% da população nacional em 1970, esse número subiu para 25% e, em 1995, para cerca de 31% da população total do Brasil.

Com o crescimento acelerado dessas grandes cidades e com os processo de conurbação que nelas frequentemente ocorrem, certos problemas urbanos - como os transportes, água, esgotos, uso do solo, etc. - não devem ser tratados isoladamente em cada cidade vizinha, mas em conjunto. Daí surgiu a definição de áreas ou regiões metropolitanas: "um conjunto de municípios contíguos e integrados socioeconomicamente a uma cidade central, com serviços públicos e infra-estrutura comuns." Elas foram estudadas pelo IBGE e definidas por duas leis, em 1974 e em 1975, e existem no Brasil em número de nove.

Assim cada uma dessas nove áreas metropolitanas possui um planejamento integrado de seu desenvolvimento urbano, que é elaborado por um conselho deliberativo, nomeado pelo governo de cada Estado, auxiliado por um conselho consultivo, formado por representantes de cada município integrante da região metropolitana. Procura-se desse modo, tratar de forma global certos problemas que afetam o conjunto da área metropolitana e que anteriormente ficavam a cargo apenas das prefeituras de cada município.

A Rede Urbana

A urbanização brasileira, só começou a ocorrer no momento em que a indústria tornou-se o setor mais importante da economia nacional. Assim, representa um dos aspectos da passagem de uma economia agrário-exportadora para uma economia urbano-industrial, fato que só ocorreu no século XX e intensificou-se a partir de 1950.

Essa transformação do Brasil, que deixou de ser um país agrário e rural para tornar-se um país urbano industrial, embora ainda subdesenvolvido, apresenta também inúmeros outros aspectos. Por exemplo: as camadas sociais dos fazendeiros e grande comerciantes exportadores deixaram de ser dominantes politicamente, isto é, perderam sua influência sobre o governo em favor das industrias, banqueiros e diretores de grandes estatais.

Cessou também o predomínio do campo sobre a cidade, no sentido de que os principais interesses econômicos e a maior força de trabalho do país estão localizados no meio urbano, de cuja atividade industrial e bancária o meio rural tornou-se subordinado.

Essa subordinação do campo em relação à cidade manifesta-se de várias maneiras:

I. O campo é um fornecedor de mão-de-obra e gêneros alimentícios para o meio urbano; agora não mais se comercializam apenas os excedentes nas cidades, como ocorria no período colonial, mas produz-se essencialmente para o comércio urbano;

II. O setor agrário de exportação continua a ser importante para a economia nacional, mas agora sua renda é utilizada principalmente para pagar as importações de maquinaria ou petróleo para o setor industrial (e a dívida externa do país, que em grande parte foi gerada por esse setor), e não mais para se importar bens manufaturados de consumo, que já são fabricados internamente;

III. A importância cada vez maior que assumem certos insumos procedentes do meio urbano, como fertilizantes e adubos - além de crédito bancário e máquinas agrícolas -, também caracteriza a sujeição do campo a cidade.

Enfim, o meio rural não mais produz com vista ao mercado externo, independentes das cidades, como era regra geral no período colonial, mas em função do meio urbano.

Além de passar a comandar o meio rural que lhe é vizinho (ou às vezes até aqueles bem distantes, como é o caso das metrópoles), as cidades também estabelecem entre si uma rede hierarquizada, isto é, um sistema de relação econômicas e sociais em que umas se subordinam a outras. Em outras palavras, a modernização do país, resultado do crescimento da economia urbano-industrial, produziu uma divisão territorial do trabalho que subroniana campo à cidade, bem como as cidades menos às maiores estabeleceu-se, portanto, um sistema integrado de cidades, em que há um hierarquia: as cidades pequenas (em grande número) dependem das médias (em número menor); estas, por sua vez, subordinam-se às grande cidades ou metrópoles (poucas).

No cume desse sistema hierarquizado de cidades, situam-se as duas únicas metrópoles nacionais: São Paulo e Rio de Janeiro. Elas exercem uma polarização sobre todo o território brasileiro, praticamente comandando a vida econômica e social da Não com suas indústrias, universidades, bancos, bolsas de valores, imprensa, grande estabelecimentos comercia, etc. E, como elas se localizam relativamente próximas (em relações as definições do território brasileiro), existindo em torna da via Dutra uma área intensamente urbanizada, onde estão cidades como São José dos Campos, Taubaté, Lorena, Volta Redonda e outras, convencionou-se nos últimos anos que ali se formou uma megalópole. De fato, essa área superubanizada que vai de São Paulo até o Rio de Janeiro e que abrange cerca de 46.000 km2 (cerca de 0.5% do território nacional) abriga cerca de de 22% da população total do país, mais de 50% dos automóveis e perto de 60% da produção industrial do Brasil.

Logo abaixo das metrópoles nacionais, mais acima de todas as outras cidades, surgem as sete metrópoles regionais - grande cidades que polarizam extensas regiões: Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.

Nessa escala hierárquica da rede urbana brasileira aparecem em seguida as capitais regionais, cidade que polarizam uma parcela da região comandada pelas metrópoles regionais. Elas e são assim, subordinadas tanto às metrópoles nacionais quanto a uma metrópole regionais (dependendo de onde se localizam) e exercem influência sobre uma área extensa, com inúmeras cidades pequenas e médias, além das áreas rurais ao seu redor. Exemplos: Manaus (AM), polarizada pela metrópole regional da Amazônia Brasileira - Belém -, mas que, por sua vez, influencia uma vasta área (a porção ocidental da Amazônia); Londrina (PR) subordinada a Curitiba contudo exercendo uma ação polarizada sobre todo o norte do Paraná. Outros exemplos: Ribeirão Preto (SP), Cuiabá (MT) Florianópolis (SC), Caxias do Sul (RS), Goiânia (GO), Blumenau (SC), Campinas (SP), Campo Grande (MS), etc.

A seguir temos os centros regionais, cidades médias polarizadas pelas capitais regionais, que, por sua vez, polarizam uma grande quantidade de pequenas cidades. As cidades médias existem em número bem maio do que aquelas a que estão subordinadas (as capitais regionais), constituindo várias centenas em todo o território nacional Alguns exemplos: Jales (SP), Vacaria (RS), Andradina (SP), Anápolis (GO), São João da Barra (RJ), Formiga (MG), Rolândia (PR), entre outras.

Essa rede urbana brasileira, com uma hierarquia que vai das metrópoles nacionais (apenas duas), até as cidades locais (milhares), é um sistema integrado de cidades que está se formando e não configura ainda uma realidade completa. Isso porque o território brasileiro é imenso e algumas extensas áreas, como a Amazônia, ainda são pouco povoadas. Além do mais, as desigualdades regionais de desenvolvimento são muito acentuadas no país, com uma notável concentração das riquezas no Centro-Sul, especialmente em São Paulo. Esses fatos fazem com que a rede urbana não seja totalmente articulada em toda a extensão do território nacional; em algumas áreas, como em São Paulo, esse sistema integrado de cidades existe de forma quase perfeita, mas em outras áreas como na Amazônia, por exemplo, a densidade urbana (quantidade de cidades em relação ao espaço( é pequena e as comunicações entre as cidades, muito precárias.

O sistema urbano articulado é fruto da divisão territorial do trabalho entre o campo e a cidade e entre cidades com recursos (população, equipamentos urbanos) diferente. Esse sistema urbano só se completará quando a indústria se tornar o setor dominante em todo o território, desde que este seja totalmente ocupado e se torne economicamente produtivo. Assim, só existe de forma completa nas áreas de maior desenvolvimento industrial; nas áreas de baixa industrialização, ou naquelas ainda pouco ocupadas, a rede urbana é pobre e desarticulada.

É importante, para entender essa rede urbana, lembrar que os critérios para classificar uma cidade não são rígidos, mas dependem da região em que ela se localiza. Assim, nas áreas de maior industrialização e maior densidade urbana - sobretudo com cidades bem mais equipadas -, o nível de exigências para se considerar um centro urbano como metrópole é bem maior que nas áreas pouco povoadas. Por exemplo, Campinas é uma cidade bem mais industrializada do que Belém e possui equipamento urbano (aeroporto, movimento bancário, universidade, comércio, etc.) superior ao da capital paraense, no entanto, essa cidade paulistana não é uma metrópole regional, e isso se deve à sua localização, próxima de São Paulo. Da mesma forma, algumas cidades consideradas apenas centros regionais em São Paulo poderiam ser capitais regionais se estivessem localizadas na Amazônia. E, inversamente, algumas cidades locais da Amazônia (que são sedes de municípios enorme), se estivessem no Centro-Sul do país, seriam menos povoadas ou vilas.

domingo, 5 de abril de 2009

VIII Encontro Nacional e I Encontro Internacional com o Pensamento de Milton Santos.

Local: UFRN
Dias: 14 à 15 de maio/2009
Valor: Gratuito ( até o momento ).
Programação:
13/05 Quarta-Feira - Manhã

Credenciamento
Abertura
Conferencia Inaugural
Tarde.
Apresentacao de Trabalhos
Noite.
Mesa 01
14/05 Quinta-Feira - Manhã

Mesa 02
Tarde.
Palestra 01
Apresentacao de Trabalhos
Noite.
Mesa 03
15/05 Sexta-Feira - Manhã

Mesa 04
Tarde.
Palestra 02
Apresentacao de Trabalhos
Noite.
Conferência de Encerramento.

Eixos Temáticos.
1º) O Novo Mapa do Brasil no mundo da Globalizacao e as particularidades do Nordeste brasileiro;
2º) Dinamicas territoriais e espacos da globalizacao;
3º) Territorio e Saude: perversidades sistemicas e desigualdades socioespaciais;
4º) A realizacao do mundo em Natal: perversidades e solidariedades.

1º percursso das trilhas da UVA

1º - Praia do Marco (São Miguel do Gostoso), depois praia da Xêpa e Ponta do Santo Cristo.

2º - Km Zero Br101 e Farol do Calcanhar (Touros);

3º - Parque eólico (Rio do Fogo).


Em S. M. Gostoso, se fizermos de ônibus, da para fazer o percurso, lembrando que precisamos chegar cedo e será o dia todo.